Introduction to the concept of mobbing

Introduction to the concept of mobbing

"Through their national work environmental acts Sweden, Finland and Norway support the rights of workers to remain both physically and mentally healthy at work. Yet, in recent years, a workplace-related psychosocial problem has been discovered, the existence and extent of which was not known earlier.

This phenomenon has been referred to as "mobbing", "ganging up on someone", "bullying" or "psychological terror". In this type of conflict, the victim is subjected to a systematic, stigmatizing process and encroachment of his or her civil rights. If it lasts a number of years, it may ultimately lead to ejection from the labor market when the individual in question is unable to find employment due to mental injury sustained at the former work place.

I introduced this phenomenon in 1984. It certainly is a very old one, well known in every culture from the very beginning of these cultures. Nevertheless, it has not been systematically described until the research started in 1982 which led to a small scientific report written in the fall of 1983 and published in early 1984 at The National Board of Occupational Safety and Health in Stockholm, Sweden

(Leymann & Gustavsson, 1984)"

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Casos de assédio moral dificilmente detetáveis por falta de especificação do problema

"Os casos de assédio moral no trabalho são dificilmente detetáveis devido à dificuldade em distingui-los de situações de conflito laboral, concluiu um estudo hoje apresentado, que recomenda uma maior especificação de um problema com tendência a aumentar.

"Há dificuldade metodológica em identificar e distinguir situações de assédio das situações conflituais normais que ocorrem no trabalho. O ponto comum a todas as definições de assédio moral é o caráter de intencionalidade do fenómeno. É praticado com o intuito de fragilizar as pessoas", afirmou à agência Lusa o coordenador do estudo "Assédio moral: estratégias, processos e práticas de prevenção".

A equipa liderada por Rui Moura recomenda "uma maior especificação do problema", sugerindo "a adoção de uma única versão conceptual de assédio moral"."

Fonte: 2011 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.